Gê: Quando a despedida caminha em silêncio
O carro de som do amigo Cândido tocava Estrada Nova, de Oswaldo Montenegro. O cortejo seguia incrédulo. Seria possível o Gê imaginar o tamanho do amor que caminhava atrás dele? Meus textos não são jornalísticos. Nunca o serão. Porque ali, naquele fim de tarde entristecido e melancólico, não havia notícia, havia despedida. A letra falava […]
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