Rosângela Santos participa de caminhada do Instituto Rede Mulher e reforça luta histórica em defesa das mulheres

Mulher Jandira

No último sábado, 14 de março, a líder comunitária Rosângela Santos participou da caminhada promovida pelo Instituto Rede Mulher, reunindo mulheres em um ato de conscientização, resistência e mobilização social.

Com uma trajetória marcada pela militância desde a juventude, Rosângela construiu sua história a partir das lutas populares. Chegou a São Paulo ainda criança, vinda da Bahia, e cresceu acompanhando de perto os desafios enfrentados por famílias que buscavam dignidade e oportunidade.

Conquistou seu direito à moradia liderando o movimento de habitação, que através do programa Minha Casa Minha Vida beneficiou centenas de famílias que realizaram o sonho da casa própria, melhorando a qualidade de vida. Essa experiência de organização popular fortaleceu ainda mais em Rosângela Santos o seu compromisso com políticas públicas de qualidade para todos, em especial para a população mais vulnerável.

Ao longo dos anos, ampliou sua atuação comunitária, fundando a Associação Comunitária Esperança, com projetos voltados à educação de jovens e acolhimento de idosos.

Sua caminhada política se consolidou com a eleição como vereadora de Embu das Artes, levando para o legislativo a vivência de quem conhece de perto as demandas da população. Como suplente na Câmara Federal, teve atuação voltada à cobrança por melhorias na saúde pública, incluindo a defesa do Hospital Geral de Embu das Artes.

Durante a caminhada, Rosângela destacou a importância da união feminina no enfrentamento ao machismo estrutural, que, segundo ela, vem sendo intensificado nas redes sociais por discursos de ódio e incentivo à violência.

“A gente precisa fortalecer essa rede de apoio. É na união que encontramos força para transformar a sociedade. Nenhuma mulher pode ser silenciada”, afirmou.

O ato foi marcado por manifestações contra o feminicídio e pela defesa do direito das mulheres à vida, à liberdade e à autonomia. Frases como “não é não” e o direito de romper relações abusivas ecoaram entre as participantes.

Para Rosângela, a mobilização vai além de uma data simbólica. “Essa caminhada é a nossa voz levantada. É um grito por justiça e pelo direito de viver”, declarou.

A ação do Instituto Rede Mulher reforça a importância da organização coletiva e da luta contínua por políticas públicas eficazes e por uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.

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Assessoria de Imprensa 

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